Origem do design thinking jurídico
O design thinking nasceu no campo da inovação e do design de produtos, como uma metodologia voltada para resolver problemas complexos com foco no usuário. Com o tempo, essa abordagem foi incorporada em diversas áreas, incluindo o Direito. O chamado design thinking jurídico surge da necessidade de repensar processos, serviços e estratégias jurídicas sob a ótica da experiência do cliente e da eficiência operacional.
Como legaltech, a eLaw entende que aplicar essa metodologia ao universo jurídico é essencial para criar soluções mais ágeis, acessíveis e alinhadas às reais necessidades dos escritórios e departamentos jurídicos.
Utilidade prática para advogados e departamentos
Na prática, o design thinking jurídico ajuda advogados e equipes a enxergar além da técnica. Ele permite mapear dores, identificar gargalos e propor soluções inovadoras que simplificam rotinas e aumentam a satisfação do cliente.
Em escritórios compactos, que muitas vezes enfrentam limitações de recursos, essa abordagem é especialmente útil: possibilita estruturar serviços de forma criativa, otimizar fluxos de trabalho e oferecer diferenciais competitivos frente a bancas maiores. Para departamentos jurídicos, o design thinking contribui para integrar tecnologia, reduzir custos e melhorar a comunicação com outras áreas da empresa.
Quatro dicas para aplicar o design thinking jurídico
- Entenda o cliente como usuário: mapeie suas necessidades reais e vá além da visão tradicional do processo.
- Prototipe soluções rapidamente: crie versões iniciais de serviços ou fluxos e teste antes de implementar em larga escala.
- Colabore de forma multidisciplinar: envolva profissionais de diferentes áreas para enriquecer a visão e gerar ideias mais completas.
- AItere constantemente: ajuste e melhore as soluções com base em feedbacks, mantendo o processo vivo e adaptável.
Impacto na inovação jurídica
Ao adotar o design thinking jurídico, escritórios e departamentos passam a enxergar a advocacia como um serviço que pode ser desenhado e redesenhado continuamente. Isso gera impacto direto na inovação: novas formas de atendimento, contratos mais claros, fluxos digitais mais eficientes e até mesmo produtos jurídicos inéditos.
Caminho para o futuro da advocacia
O futuro da advocacia passa por soluções jurídicas inovadoras, e o design thinking é uma das chaves para essa transformação.
Ao colocar o cliente no centro, estimular a colaboração e integrar tecnologia, criamos serviços mais relevantes e sustentáveis. Para escritórios compactos ou grandes departamentos, a mensagem é clara: inovar não é opcional, é estratégico. E a eLaw seguirá ao lado de todos, impulsionando esse movimento com tecnologia, segurança e criatividade.